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* Para visualização das fichas de verificação de materiais clicar sobre o nome do material desejado.

TABELA DE MATERIAIS

MATERIAL

ESPECIFICAÇÕES PARA COMPRA

INSPEÇÕES

CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO

ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE

OBSERVAÇÕES

Areia

As amostras não devem conter impurezas, matérias orgânicas, torrões de argila ou minerais riáveis, isto é, que se desagregam facilmente com o simples manuseio. A dimensão máxima característica da areia deve ser de:
5mm para chapisco
3mm para emboço
1mm para reboco

ASPECTO VISUAL E GRANULOMETRIA - no recebimento do material em obra deverá ser verificado visualmente seu aspecto geral quanto a granulométrica, cor, cheiro, existência de impurezas, matérias orgânicas, torrões de argila ou qualquer outro tipo de contaminação. CUBICAGEM DO MATERIAL - A aferição do volume entregue dar-se-á pela cubicagem com trena metálica, de acordo com a equação:
V = C x L x H. onde: C = comprimento interno da carroceria em metros; L = largura interna da carroceria em metros; H = média das alturas da carga em metros. As alturas serão verificadas mediante inserção de ferro redondo em três pontos no caminhão com intuito de se obter a altura média. deverá ser anotado no verso da nota fiscal ou recibo, bem como a discriminação de seu cálculo, descontando-se do pagamento eventuais diferenças encontradas.

 Aspecto visual e granulometria:
 O lote será aceito ou rejeitado pela inspeção visual conforme critérios definidos pelo engenheiro da obra ou o mestre da obra, considerando a aplicação do material. Cubicagem do material:
O volume real apurado segundo o procedimento indicado no item "INSPEÇÕES" desta tabela, deverá ser anotado no verso da nota fiscal ou recibo, bem como a discriminação de seu cálculo, descontando-se do pagamento eventuais diferenças encontradas.
Impurezas:
Caso a areia ensaiada apresente excesso de impurezas, o engenheiro da obra não deverá permitir a sua utilização em serviços de execução de revestimentos ou outros de maior importância.

O local de armazenamento deverá estar limpo e localizado o mais próximo possível da central de produção da argamassa. A obra deverá providenciar, se possível, baias cercadas em três laterais, em dimensões compatíveis com o canteiro e o volume a ser estocado, evitando-se assim espalhamento e desperdício de material. Em época de chuvas torrenciais, é recomendada a cobertura do material com lonas plásticas, a fim de impedir o seu carreamento. Areias com granulometrias diferentes deverão ser estocadas em baias separadas.
Recomenda-se que o local da estocagem seja planejado com antecedência, a fim de evitar o armazenamento em calçadas públicas ou em áreas que interfiram com outros trabalhos ou serviços da obra.
O transporte do material deve ser efetuado de maneira a evitar desperdício.

 

Em caso de compra de grandes quantidades e/ou quando a obra se situar em região litorânea ou onde existam rios muito poluídos, recomenda-se que o departamento de suprimentos visite o local de extração do material (porto de areia) para evitar problemas sistemáticos causados por impurezas prejudiciais ao bom desempenho das argamassas. Do pedido de compra devem constar:  tipo de areia desejado pela obra (média, grossa ou fina). aviso esclarecendo que o material será cubicado na obra e será pago o volume real encontrado.aviso esclarecendo que o material recebido na obra será verificado quanto a impurezas orgânicas, material argiloso e granulometria.

 

Blocos ( Cerâmico e concreto )

Os blocos não devem apresentar defeitos sistemáticos como trincas, quebras, superfícies irregulares, deformações e não-uniformidade de cor. Deve-se atentar para a planeza das faces, desvio em relação ao esquadro e dimensões.

A verificação de trincas, quebras, superfícies irregulares, deformações e não-uniformidade de cor deverá ser realizada visualmente, no lote inteiro, durante o descarregamento das peças. A determinação das dimensões deve ser feita dispondo 24 locos em fila e medindo a dimensão em questão com uma trena metálica, com precisão de 1mm. A dimensão média será a leitura da trena dividida por 24.
No caso de blocos que receberão acabamento em gesso, deve-se sobrepor à fila uma régua de alumínio, a cada uma das medições, a fim de determinar a uniformidade das peças segundo aquela dimensão. A medida de desvio a ser tomada é a maior distância encontrada entre a régua e cada bloco. A planeza das faces deve ser verificada na amostra de 24 peças, encostando-se uma régua metálica plana na linha diagonal da superfície do bloco. Será considerado defeituoso o bloco que apresentar desvio em relação a planeza das faces ou em relação ao esquadro superior a 3mm. em caso de bloco cerâmico,  A queima pode ser verificada pelo teste do som gerado pelo choque de um objeto metálico pequeno contra os blocos. Um som forte e vibrante indica que a queima foi bem feita, enquanto que um som abafado denota que os blocos não foram bem queimados. Havendo dúvidas quanto ao teste de som, pode-se verificar o cozimento, mergulhando alguns blocos num tambor d´água durante quatro horas. Transcorrido esse período, não pode ocorrer desmanche ou esfarelamento.

Inspeção visual: 
Rejeitar os blocos que apresentarem defeitos visuais no ato da descarga, separando-os do restante do lote. Caso não seja possível efetuar a inspeção visual no ato da descarga, esclarecer ao fornecedor que a inspeção será realizada posteriormente, mesmo na sua ausência. Os blocos rejeitados deverão ser devolvidos ao fornecedor para reposição ou desconto do pagamento.
Se for constatado que os blocos cerâmicos  estão mal queimados (teste de som ou tambor d´água), o lote deve ser rejeitado.
Planeza das faces e desvio em relação ao esquadro: 
Rejeitar o lote caso sejam encontrados oito ou mais blocos defeituosos entre os 24 verificados. Encontrando-se até quatro peças defeituosas, aceitar o lote. Caso o número de unidades defeituosas seja superior a quatro e inferior a oito, repetir o ensaio em uma segunda amostra de 24 unidades. O lote será aceito se a soma do número de blocos defeituosos das duas amostras for igual ou inferior a 11. Por exemplo, se na primeira amostra registrou-se um índice de sete peças defeituosas, o lote só poderá ser aceito se na segunda amostra este número for igual ou menor a quatro.
Dimensões:
Quanto às dimensões nominais, o lote será aceito somente se o comprimento, a largura e a altura dos blocos atenderem à especificação de item 6.3, com uma tolerância de 3mm para mais ou para menos.
Os blocos que receberem acabamento de gesso, além de atender à variação dimensional média indicada, deverão atender também a uma variação individual com limite de 3mm, que pode ser observada de acordo com o descrito no item 6.3.

Os blocos deverão ser armazenados em pilhas não superiores a 2m de altura e, de preferência, próximas ao local de transporte vertical ou uso. É também recomendado que os blocos não fiquem sujeitos a umidade excessiva, inclusive provocada por chuvas. No caso de armazenamento em lajes, verificar sua capacidade de resistência para evitar sobrecarga.
É desejável que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com antecedência, a fim de evitar a pré-estocagem em calçadas públicas, interferência com outros serviços de obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.
O transporte dos blocos  deverá ser efetuado através de carrinhos de mão ou gericas com extremo cuidado para se evitar quebras.
 

Blocos de outras dimensões devem ser recebidos de acordo com a mesma metodologia descrita nos itens anteriores  e considerando a mesma tolerância quanto a dimensões, planeza e desvios de esquadro.Do pedido de compra devem constar: dimensões nominais do bloco tipo de bloco (modelo e especificidade, conforme projeto de alvenaria)aviso esclarecendo se a descarga e o transporte serão feitos pelo fornecedor, sendo o local definido pela obra.

 

 batentes

Os batentes de madeira não devem apresentar defeitos sistemáticos tais como desvios dimensionais além dos limites tolerados, rebaixos da ombreira e da travessa desnivelados, rachaduras, nós, bolsas de resina, encurvamentos, arqueamentos ou lascamento de cantos, ou alteração da espécie da madeira especificada. Além disso, no ato da entrega do material sua umidade não pode ser excessiva.

Indicam-se como espécies de madeira  mais usuais, entre outras, as seguintes: peroba, Angelim, cedro, ipê, mogno, imbuia, cabriúva e jatobá.

 

Dimensões:

A verificação das dimensões deve ser realizada por intermédio de uma trena metálica com precisão de 1mm, conforme as indicações da tabela  abaixo.

 

 

DIMENSÕES NOMINAIS MÍNIMAS

TOLERÂNCIA

g

35mm

±2mm

r

37 ou 47mm

0;± 2mm

l

Conforme espessura da parede

±2mm

f

12,5mm

±1mm

Verificações visuais:

Os batentes não devem apresentar defeitos visuais como rachaduras na travessa (barra horizontal) e ombreiras (barras verticais), com exceção da extremidade inferior das ombreiras de batentes para pintura, quando embutidas. Nesse caso, a extensão da rachadura não pode ultrapassar a profundidade do embutimento do piso acabado. Também não são admitidos nós ou falhas nas faces aparentes, arqueamento superior a 5mm ou encurvamento superior a 3mm, bem como cantos vivos lascados ou com qualquer outro tipo de falha. Umidade:

A umidade dos batentes deve ser verificada por meio visual. em todos os batentes.

Acabamento encerado: Segregar todos os batentes considerados defeituosos pela inspeção visual. Tais peças deverão ser devolvidas ao fornecedor para reposição. Verificar os 13 conjuntos de batentes que compõem a  amostra para conferência dimensional. Aceitar o lote se o número de conjuntos defeituosos for menor ou igual a unidade. Caso a primeira amostra seja rejeitada, coletar mais 13 conjuntos para análise, aceitando o lote se o número total de conjuntos defeituosos nas duas amostras somadas for menor ou igual a quatro unidades. Acabamento pintado: Verificar os 20 conjuntos de batentes que compõem a amostra. Aceitar o lote inteiro caso sejam encontrados até cinco batentes defeituosos. Encontrando-se mais do que cinco conjuntos com problemas, proceder à inspeção visual do lote inteiro, separando os batentes defeituosos. Essas peças serão devolvidas ao fornecedor para reposição. Teor de umidade: Caso o teor de umidade dos batentes verificado seja considerado insatisfatório, o material não deve ser utilizado em obra e o lote inteiro deve ser rejeitado. Nesse caso, a obra deve providenciar a retirada do lote pelo fornecedor.

 

 

Do pedido de compra devem constar: espécie da madeira; dimensões da peça; aviso esclarecendo que os batentes deverão atender à norma pertinente, não devendo apresentar desvios dimensionais além dos limites tolerados, nem defeitos visuais tais como rachaduras, nós, arqueamentos, encurvamentos ou lascamentos de cantos; 

 

argamassa

As argamassas pré-dosadas, utilizadas para o assentamento de placas cerâmicas ou outros tipos de revestimento, devem atender a um tempo de abertura mínimo em função do local de uso: são necessários 15 minutos para fachadas e 20 minutos para ambientes internos. Esses limites são importantes pois indicam o período que o assentador dispõe para aplicar a cerâmica, contando a partir do momento em que a argamassa é espalhada na parede. Dessa forma, com um tempo de abertura muito reduzido haverá prejuízo da produtividade do serviço, já que o assentador não poderá abrir panos grandes para aplicação da cerâmica. Caso insista em abrir panos maiores, a qualidade do serviço será prejudicada, uma vez que a cerâmica assim assentada poderá descolar-se facilmente. Também é necessário que o material possua um tempo de vida útil de, pelo menos, três horas. A argamassa colante deve ser entregue em sacos que não podem estar furados, rasgados, molhados ou estragados. Os sacos devem trazer registrados em local visível o nome do fabricante, a massa líquida do seu conteúdo, orientações de uso, o prazo de validade e a data de fabricação. Para o emprego em fachadas, recomenda-se a argamassa colante elástica, que aumenta o desempenho do material e o espaçamento das juntas de dilatação.

 

Tempo de abertura: Realiza-se o ensaio do tempo de abertura em ambiente externo ou interno, conforme a utilização da argamassa na obra. Caso seja utilizada nos dois ambientes, deve-se realizar o ensaio em ambas as circunstâncias. A parede escolhida deve estar devidamente preparada há pelo menos 28 dias, com argamassa de traço igual à que será utilizada na obra. O dia da realização do ensaio não deve apresentar-se chuvoso ou excessivamente úmido, e o emboço da parede deve estar seco. O roteiro do ensaio é o seguinte: preparar o conteúdo do saco amostrado de argamassa colante, conforme orientações do fabricante, adicionando água aos poucos e misturando até obter-se um aspecto uniforme. Deixar a argamassa recém-preparada em repouso por cerca de 10 minutos. Durante esse período, preparar a superfície da parede, removendo o pó com vassoura ou brocha. Misturar novamente a argamassa e dar início à aplicação em uma área interna de cerca de 1m², com desempenadeira metálica dentada (dentes de 6mm para paredes internas e 8mm para pisos e fachadas). Inicia-se a contagem do tempo a partir do início da aplicação da argamassa na parede. Assentar uma peça cerâmica 10 minutos após o início da aplicação e, depois, assentar uma peça a cada dois minutos, até completar cerca de 26 minutos de tempo de ensaio. Para cada peça assentada, anotar o momento do assentamento em minutos. Quinze minutos após o término da aplicação, remover as peças assentadas com uma colher de pedreiro, uma a uma, e analisar seu fundo (tardoz). A presença de argamassa aderida é sinal de que, no momento do assentamento, a argamassa colante estava em condições de receber a placa cerâmica. Por outro lado, a presença de leves cordões de argamassa sem a devida absorção para garantir um mínimo de aderência significa que, no momento do assentamento, o tempo de abertura já se encontrava esgotado. Anotar esse tempo, em minutos, considerando a primeira placa cerâmica, em ordem cronológica, que se apresentar nessa situação. Este será o tempo de abertura da argamassa determinado pelo ensaio. Também é possível realizar um ensaio rápido e estimativo do tempo de abertura da argamassa apalpando o material estendido na parede e verificando se a mão sai limpa ou suja de argamassa. No primeiro caso, o material já teve o seu tempo de abertura vencido e, no segundo (mão suja), ainda não. Massa dos sacos Pesar os sacos amostrados do lote e anotar a indicação da balança. Verificações visuais: A verificação do estado de conservação dos sacos deve ser feita considerando a presença de sacos rasgados, furados, molhados, manchados por impregnação de produtos estranhos ou desconhecidos e quaisquer outros problemas que possam prejudicar o uso e o desempenho da argamassa. Deve-se verificar também se a argamassa não está empedrada ou com prazo de validade vencido.

 

 Tempo de abertura: A argamassa colante entregue na obra deve ser aceita caso o tempo de abertura obtido no ensaio seja maior ou igual a 20 minutos para aplicação em ambientes externos, principalmente fachadas. Caso o lote não atenda esses limites, o material deve ser rejeitado. Massa dos sacos Com respeito à massa dos sacos não se deve aceitar diferença superior a 1% na média do lote. Se a massa esperada de dez sacos for 200kg, deve-se aceitar o lote somente se a massa da amostra for superior a 198 kg. Caso contrário, retirar mais 20 sacos do lote e reavaliar a amostra agora composta por 30 sacos. Mais uma vez, a diferença encontrada não deve superar 1%, ou seja, a massa dos 30 sacos não deve ser inferior a 594kg. Se a massa acumulada de 30 sacos na segunda amostragem não obedecer aos limites mínimos, a obra poderá rejeitar o lote ou aceitá-lo com ressalvas, negociando as condições de aceitação diretamente com o fornecedor. Condições visuais:  Rejeitar os sacos que apresentarem defeitos visuais no ato da descarga, separando-os do restante do lote, em área à parte. Os sacos rejeitados deverão ser devolvidos ao fornecedor.

 

O estoque deve seguir as orientações do fabricante. Inexistindo tais orientações, a estocagem deve ser feita em pilhas de 20 sacos, em local fechado, apropriado para evitar ação da água ou umidade, extravio ou roubo e com o piso revestido com estrado de madeira. Esse local deve estar, de preferência, próximo ao do transporte vertical ou de uso. No ato da estocagem, é preciso assegurar que os sacos mais velhos sejam utilizados antes dos sacos recém-entregues. o caso de armazenamento em lajes, verificar sua capacidade de resistência para evitar sobrecarga. É desejável que a data de entrega e o local de estocagem sejam definidos com antecedência, de forma a evitar a pré-estocagem em locais inadequados, interferência com outros serviços da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

 

Do pedido de compra devem constar: a marca da argamassa adquirida pelo departamento de suprimentos aviso esclarecendo que o material será pesado por amostragem na obra aviso esclarecendo que o estado de conservação dos sacos será verificada na obra, no ato da descarga, e que os sacos rejeitados serão devolvidos ao fornecedor aviso esclarecendo que a aceitação do lote está sujeita a ensaios que serão realizados a obra e deverão comprovar as qualidades do material o outras observações consideradas necessárias.

        

 

cimento

No mercado brasileiro existem cinco tipos de cimento Portland que diferem entre si em função de sua composição e de suas características, físicas e mecânicas. São os produtos identificados como CP I, CP II, CP III, CP IV e CP V. O cimento CP I é o Portland comum e é especificado por norma brasileira. O CP I-S é regido pela mesma norma e trata-se do cimento Portland comum com adições. Tais adições, com teor total não superior a 5% em massa, podem ser de escória granulada de alto-forno, material pozolânico ou material carbonático.A escória granulada de alto-forno possui propriedades hidráulicas, isto é, endurece na presença de água, formando compostos praticamente estáveis, muito semelhantes aos Formados pelo cimento puro na presença de água. Os materiais pozolânicoS são aqueles que quando pulverizados na presença de água reagem com o hidróxido de cálcio, formando compostos hidráulicos. Os materiais carbonáticoS são inertes, ou seja, não possuem propriedades hidráulicas. Porém, por serem bastante finos, preenchem pequenos vazios da pasta de cimento endurecida. O cimento CP II é especificado por norma brasileira e trata do cimento Portland composto. Este cimento se subdivide em três tipos: CP II-E, com adição de escória granulada de alto-forno; CP II-Z, com adição de material pozolânico e CP II-F, com adição de material carbonático. O CP III, cimento Portland de alto-forno, é regido por norma brasileira. Sua composição inclui a adição de escória granulada de alto-forno em teores maiores que no caso dos cimento CP I-S e CP II-E. O cimento CP IV, Portland pozolânico, é especificado por norma brasileira. Sua composição permite a adição de material pozolânico, o que gera um produto com características semelhantes ao CP III.Por sua vez, o cimento CP V é regido por norma brasileira e trata-se do Portland de alta resistência inicial. Sua composição permite a adição de até 5% de material carbonático. Os cimentos CP I, CP II e CP III possuem três classes segundo a resistência à compressão obtida aos 28 dias de idade: classe 25 (resistência à compressão de 25,0 MPa), classe 32 (resistência à compressão de 32,0 MPa) e classe 40 (resistência à compressão de 40,0 MPa). A escolha do tipo de cimento para cada uso depende das características desejadas em relação ao tempo de desforma, à cura do concreto ou da argamassa e às necessidades de resistência mecânica e química. Para usos comuns, podem ser utilizados os cimentos CP I, CP II, CP III ou CP IV. No caso dos cimentos CP III (alto-forno) e CP IV (pozolânicos), verificar se o tempo de início e fim de pega não prejudica o serviço em questão, principalmente para a execução de chapisco ou outros serviços que demandem tempo de cura acelerado. Vale ressaltar que seu uso é recomendado em ambientes ais agressivos, sujeitos a ataque químico (atmosfera muito poluída, água ou solo poluído/contaminado). O cimento CP V deve ser utilizado em concretos nos quais existe a necessidade de resistência mecânica elevada nas primeiras idades. Qualquer que seja sua aplicação, deve-se atentar para a cura, que deve ser rigorosa pra evitar problemas de fissuração por retração térmica ou hidráulica. Seu uso não é recomendado para a execução de argamassas, devendo-se evitar sua utilização também em ambientes sujeitos a ataque química. Todos os cimentos, quando entregues em embalagens de 50kg não podem estar com os sacos furados, rasgados, molhados ou estragados e dEVem trazer registrados o nome e a marca do fabricante, o tipo de cimento, a sigla correspondente, a massa líquida do saco e o selo de conformidade da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

 

MAssa dos sacos Pesar o sacos amostrados do lote e anotar a indicação da balança. Verificações visuais A verificação do estado de conservação dos sacos deve ser realizada considerando a presença de sacos rasgados, furados, molhados, manchados por impregnação de produtos estranhos ou desconhecidos e quaisquer outros problemas que possam prejudicar o uso e o desempenho do cimento. Deve-se conferir se todos os sacos contém os registros de marca e nome do fabricante, tipo e classe do cimento, massa líquida do saco e, principalmente, o selo de conformidade da ABCP. Também é preciso verificar se o cimento não está empedrado. Verificação da quantidade: Os sacos devem ser contados um a um, dispostos no chão em pilhas não entrelaçadas (não amarradas).

 

Massa dos sacos Não devem ser aceitas diferenças de massa a menor nos sacos. Se a massa esperada de 10 sacos ou 500kg, o lote deverá ser aceito somente se a massa da amostra for igual ou superior a este valor. Caso contrário, retirar mais 20 sacos do lote e reavaliar a amostra agora composta de 30 sacos. Novamente, não deve ser aceita massa a menor. Se a massa acumulada de 30 sacos na segunda amostragem não se adequar aos limites mínimos, a obra poderá rejeitar o lote ou aceitá-lo com ressalvas, negociando as condições de aceitação diretamente com o fornecedor. Condições visuais Os sacos que apresentarem defeitos visuais no ato da descarga devem ser separados do restante do lote, em área à parte. Eles devErão ser devolvidos ao fornecedor para reposição ou desconto do pagamento. Caso os sacos não possuam o selo de conformidade da ABCP, o lote deve ser rejeitado. Quantidade: A diferença entre o número de sacos comprados e efetivamente adquiridos deve ser negociados no pagamento a ser efetuado.

 

O cimento deve ser armazenado em pilhas de no máximo 15 sacos, no almoxarifado de ensacados do canteiro, por não mais que 30 dias. O depósito de cimento não deve distar mais do que 20m da praça de descarga e sua cobertura deve ser reforçada para minimizar os riscos de perda do material por goteiras ou vazamentos despercebidos. O piso deve ser revestido com estrado de madeira (pontaletes e tábuas ou chapas de compensado). Em regiões litorâneas, recomenda-se uma proteção adicional contra a umidade, cobrindo-se o lote com uma lona plástica (não hermeticamente) para garantir a durabilidade e o prazo de estocagem do cimento. O estoque deve ser feito de maneira a garantir que os sacos mais velhos sejam utilizados antes dos recém entregues. Também é recomendável que a data de entrega e o local de armazenamento sejam planejados com antecedência, de forma a evitar a pré-estocagem em locais inadequados, interferência com outros serviços da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

Do pedido de compra devem constar: tipo de cimento desejado pela obra (CP I, CP I-S, CP II-E, CP II-Z CP II-F, CP III, CP IV ou CP V) classe do cimento desejado pela obra (25, 32 ou 40) a marca que foi adquirida pelo departamento de compras. aviso esclarecendo que o material será pesado amostragem na obra e cada saco deverá conter 50kg. aviso esclarecendo que o estado de conservação dos sacos de cimento será verificado na obra, no ato da descarga, e que os sacos rejeitados serão devolvidos ao fornecedor, descontando-se o seu valor do total a ser pago. outras observações consideradas necessárias.

 

placas de gesso

As placas de gesso para forros não devem apresentar defeitos sistemáticos como desvios dimensionais (largura, comprimento, espessura), desvios no esquadro, trincas, rachaduras, empenamento e ondulações da superFície. Seus arames de armação e/ou amarração devem ser de aço galvanizado ou cobre.

 

6.3.1. Verificações visuais: As placas não devem apresentar trincas, rachaduras, encaixes danificados e defeitos visuais sistemáticos que prejudiquem o aspecto final do forro. Ondulações e empenamento: Esta conferência é feita com uma régua de alumínio, encostando-se na superfície da placa de gesso, em suas diagonais, aceitando-se empenamento ou ondulações máximas de 1mm.

 

Os lotes serão aceitos se o número de placas defeituosas for menor ou igual a três unidades. Se o número de peças defeituosas for maior que este valor, deve-se inspecionar  visualmente o lote inteiro, devolvendo-se ao fornecedor as placas que não atenderem à especificação.

O estoque deve ser feito em área fechada e apropriada para evitar ação da água, extravio ou roubo, e de preferência  próxima ao transporte vertical ou ao local de uso. As placas devem ser armazenadas justapostas, na posição vertical e  com o encaixe tipo fêmea voltado para baixo. As fiadas devem estar apoiadas sobre dois pontaletes, evitando-se o contato com o solo e nunca se sobrepondo duas fiadas. Recomenda-se que a data de entrega e o local de estocagem sejam definidos com antecedência, de forma a evitar a pré-estocagem em locais inadequados, interferência com outros serviços da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

Do pedido de compra devem constar: aviso esclarecendo ao fornecedor que as placas de gesso serão conferidas na obra. Peças onduladas, empenadas ou com outros defeitos que prejudiquem o aspecto final do forro serão devolvidas aviso esclarecendo que o fornecedor deve garantir suas peças quanto a possíveis avarias no forro por um prazo previamente estipulado e acordado entre as partes

 

cerâmicas

Os cerâmicas devem seguir as prescrições da norma internacional ISSO DIS 13006 – “Ceramic tiles – Definiton, classification, caracteristics and marking”, que classifica as placas cerâmicas em função do grau de absorção de água, fixando limites de características dimensionais, físicas, químicas e mecânicas para cada classe de absorção. Cabe ao fabricante declarar a classe de absorção de água do seu produto e cumprir os limites estabelecidos para a classe em questão.  A absorção de água está relacionada com todas as demais características e, normalmente, quanto menor o grau de absorção, melhor será a placa cerâmica. A resistência à abrasão representa a resistência ao desgaste superficial causado pelo movimento de pessoas e oBjetos. No caso de cerâmicas não esmaltadas, a abrasão é medida pelo volume de material removido da superfície da peça quando esta é submetida à ação de um disco rotativo e material abrasivo específico. Em produtos esmaltados, a abrasão é medida pelo método PEI (Porcelain Enamel Institute). Este método prevê a utilização de um abrasímetro que provoca desgaste por meio de esferas de aço e material abrasivo. O resultado é usado como base para uma classificação em grupos.

 

 Marcações na embalagem: Verificar se as embalagens contém as seguintes identificações: marca do fabricante e/ou marca comercial identificação de primeira qualidade tipo de revestimento cerâmico tamanho nominal (N) e tamanho de fabricação (W), modular ou não natureza da superfície – GL (esmaltada) e UGL (não esmaltada) classe de abrasão PEI para pisos esmaltados nome e número do produto tonalidade do produto código de rastreamento do produto – dia e hora ou turno de fabricação unidade fabril espessura recomendada para junta Os itens negritados são de especial importância se houver necessidade de compra adicional do produto, posteriormente à compra inicial. Recomenda-se verificar se todas as caixas são do mesmo lote de fabricação e se têm a mesma tonalidade. Caso existam caixas com diferenças de tom, checar se é possível revestir um número inteiro de apartamentos ou ambientes com as caixas de mesma tonalidade. Aspecto superficial: Montar, no canteiro de obras, um painel com inclinação de 70° a partir do plano horizontal (1 : 2,75) e dimensões suficientes para acomodar 1m² de revestimentos cerâmicos com área até 400cm² (peças de 20 x 20cm) ou 2m² de revestimentos cerâmicos com área superficial maior que 400cm² (para peças maiores que 20 x 20cm). Posicionar os azulejos ou pisos no painel e examinar em uma sala bem iluminada (preferencialmente com luz natural), considerando a existência de defeitos tais como: base descoberta por falta de vidrado, depressões, saliências, incrustações de corpos estranhos, bolhas, cantos e lados lascados, rachaduras, manchas, defeitos na decoração, pintas, riscos ou arranhaduras, vidrado escorrido e gretagem.

 

Marcações na embalagem: Rejeitar as caixas que apresentarem qualquer aspecto em desacordo com o pedido de compra, assim como aquelas de lotes de fabricação e/ou tonalidades diferentes que não pareçam uma quantidade suficiente para revestir um número inteiro de apartamentos ou ambientes. Aspecto superficial: Rejeitar o lote caso a área superficial defeituosa ultrapasse 10% da área da amostra. Se a área defeituosa OU igual ou inferior a 5% da área da amostra, aceitar o lote. Ficando este índice entre 5% e 10%, repetir o ensaio em uma segunda amostra. O lote será aceito se a soma das áreas defeituosas das duas amostras oU igual ou inferior a 10%. Por exemplo, se na primeira amostra registrou-se um índice de 7%, o lote só poderá ser aceito se a segunda amostra apresentar uma área defeituosa for igual ou inferior a 3%.

 

O armazenamento das  cerâmicas deve seguir as orientações prescritas pelos fabricantes, de forma a evitar quebras ou lascamentos de cantos por problemas de manuseio e empilhamento. Não havendo tais orientações, as caixas devem ser empilhadas cuidadosamente até uma altura de 1,5m, em pilhas entrelaçadas, para garantir sua estabilidade. O estoque deve ser separados por tipo de peça, calibre e tonalidade, em local fechado e apropriado, de modo a evitar ações indesejáveis, extravio ou roubo. Preferencialmente, este local deve estar próximo ao de uso ou de transporte vertical. No caso de armazenamento em lajes, verificar sua capacidade de resistência para evitar sobrecarga. Também é recomendável que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com antecedência, a fim de evitar a pré-estocagem em locais inadequados, interferência com outros trabalhos da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

Na emissão do pedido de compra é recomendável considerar uma quantidade percentual sobressalente para suprir eventuais quebras, recortes e reposição de peças durante cinco anos. No caso de aquisição de revestimentos cerâmicos certificados pelo Centro Cerâmico do Brasil (CCB), deve-se exigir que o fornecedor apresente o certificado de conformidade do produto. Do pedido de compra deve constar: tipo de cerâmica (referência do fabricante, classe de absorção de água, dimensões, grupo de abrasão, classe de resistência química e classe de resistência contra manchas)número da norma pertinente (ISSO DIS 13006)aviso esclarecendo que o aspecto superficial será verificado de acordo com esta especificação outras observações consideradas necessárias

 

AÇO

As barras e os fios (produtos trefilados) de aço devem seguir as disposições da norma NBR 7480 – “Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado – Especificação”. A verificação da qualidade deve ser feita por intermédio de um laboratório especializado. Fios e barras, além de homogeneidade geométrica, devem atender às condições estabelecidas pela norma quanto a resistência à tração, ao dobramento e aderência ao concreto, de acordo com sua categoria e classe. Existem quatro categorias – CA 25, CA 40, CA 50 e CA 60 –, em função da resistência característica de escoamento – respectivamente 250, 400, 500 e 600 MPa – e duas classes, A e B. A classe A abrange as barras simplesmente laminadas e a classe B, as barras encruadas (não apresentam patamar de escoamento definido quando tracionadas).

 

O laboratório deve verificar os lotes em relação às seguintes caracterìsticas: massa linear, resistência característica de escoamento (fyk), resistência convencional à ruptura (fst), alongamento percentual em dez-diâmetros e dobramento a 180º. Quando possível, recomenda-se a retirada de amostras nas instalações do fornecedor. Nesse caso, o resultado da inspeção deve ser informado à obra, por telefone, no dia seguinte ao da coleta das amostras. Havendo aprovação, a obra deve entrar em contato com o fornecedor e marcar a data de entrega. Em caso de rejeição, o laboratório deve voltar ao fornecedor para coletar nova amostra e proceder à inspeção de um novo lote ou realizar a contraprova do lote inicialmente reprovado. Caso a amostra tenha sido retirada de um lote já recebido em obra, recomenda-se isolá-lo, aguardando-se a realização dos ensaios para sua liberação de acordo com os resultados obtidos. Havendo rejeição, deve-se negociar a substituição do lote com o fabricante.Quantidade: A massa do material entregue na obra deve ser conferida. É preciso pesar o caminhão em balança neutra, antes e depois da descarga. A massa total de aço entregue é obtida pela diferença entre a massa do caminhão carregado e a massa do caminhão vazio. Também é possível realizar a conferência do aço por conagem das barras, utilizando o romaneio padronizado da empresa. Para tanto, após pesagem, estimar o comprimento (L) e contar o número (n) de barras de mesmo diâmetro, estimando a massa total da carga entregue a partir da massa linear real de cada diâmetro medida pelo mesmo laboratório, de acordo com a seguinte equação: ME = ∑ n.L.M                         onde: ME = massa estimada pela contagem de barras  n = número de barras de um mesmo diâmetro                    L = comprimento mÉdio estimado de barras do mesmo diâmetro M = massa linear real de cada diâmetro, medida pelo laboratório Verificações visuais: As barras devem ser entregues limpas (ausência de materiais estranhos ou corrosão excessiva aderidos à superfície das barras), abertas (não dobradas) e com o comprimento mínimo de 11m (podem ser aceitos, no máximo, 2% de barras meores, mas numca medindo menos que 6m). Para diâmetros maiores que 10mm, deve ser exigido que o nome do fabricante esteja estampado em relevo em todas as barras.

 

 Quantidade Eventuais diferenças de quantidade deverão ser inormadas ao fornecedor para reposição ou desconto no pagamento. Verificações visuais: O lote deve ser aceito conforme critério e nível de exigência da obra.

 

As barras e fios de aço devem, sempre que possível, ser armazenadas em baias separads por diâmetro, em ambiente protegido de intempéries, coberto, sem contato direto com o solo e próximo do local de trabalho. É desejável que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com antecedência, de forma a evitar a pré-estocagem em calçadas públicas, interferência com outros serviços da obra, ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

Anexar, sempre, à nota fiscal o comprovante de pesagem do forncedor, da balança neutra e, quando houver, o romaneio do processo de contagem da barras. Do pedido de compra devem constar: aviso esclarecendo que o material será submetido a ensaio em laboratório especializado; aviso esclarecendo que as barras devem ter o comprimento mínimo de 11m; aviso esclarecendo que o material será pesado em balança neutra

 

madeira (serrada e  compensada)

As chapas de madeira compensada para fôrmas não devem apresentar defeitos sistemáticos tais como desvios dimensionais além dos limites tolerados, número de lâminas inadequado à sua espessura, desvios no esquadro ou defeitos na superfície. As dimensões corretas das chapas são de 1,10 x 2,20m para chapas resinadas e 1,22 x 2,44m ou 1,10 x 2,20 para chapas plastificadas, com espessuras de 6mm, 9m, 12mm, 18mm ou 21mm. As chapas são classificadas nos subgrupos A, B ou C em função, principalmente, da área de defeitos superficiais que apresentam.

As peças de madeira serrada em forma de pontaletes, sarrafos, tábuas e vigas, de espécies folhosas tais como canela, cedrinho, peroba e outras, não devem apresentar defeitos sistemáticos como desvios dimensionais, encanoamento, encurvamento, arqueamento, falhas, rachas, fendas, fissuras, quebras ou falta de homogeneidade em peças avulsas.

As peças de madeira serrada de coníferas em forma de pontaletes, sarrafos, tábuas e vigas, devem atender às prescrições desta especificação, não apresentando defeitos como desvios dimensionais, encanoamento, encurvamento, arqueamento, nós (aderidos ou soltos), rachas, fendas, furos de insetos ou podridão alem dos limites tolerados por cada classe. Tais classes são: primeira industrial, segunda industrial e terceira industrial.

 

 

Quantidade:

A madeira entregue na obra deve ser selecionada por tipo e comprimento aproximado para efeito de conferência de quantidades. Para tanto, após a seleção de conjuntos homogêneos, medir o comprimento de cada conjunto e contar o número de peças, utilizando o romaneio padronizado da empresa. Verificar, então, se a quantidade levantada em obra confere com a quantidade declarada pelo fornecedor.

Espécie de Madeira:

 A verificação de espécie da madeira deve ser realizada com o auxílio do manual de identificação de madeira do instituto de pesquisas tecnológicas do estado de São Paulo, ou por meio de análise visual comparativa com amostras.

Inspeção Visual:

Defeitos como rachas, falhas, fendas e fissuras devem ser conferidos visualmente 100% do lote. As peças que forem consideradas suspeitas devem ser separadas para verificação visual detalhada. A incidência excessiva de nós deve ser observada visualmente, levando em conta, sempre, o uso que se dará ã madeira.

Encanoamento, encurvamento, arqueamento e desbitolamento:

As verificações de encanoamento, encurvamento, arqueamento e desbitolamento devem ser realizadas na amostra composta por 13 peças, por intermédio de uma trena metálica com precisão de 1mm considerando os limites e tolerâncias apresentados abaixo:

- Tolerância para defeitos visuais: Rachas, fendas, fissuras = soma dos comprimentos menor que 10% do comprimento da peça.

Falhas no máximo de uma por peça.

- Tolerância para encanoamento, encurvamento, arqueamento e desbitolamento:

Encanoamento = máximo 5mm

Encurvamento = máximo igual a 2cm ou 1,5% do comprimento (o que for menor)

Arqueamento = máximo 4cm ou 1,5% do comprimento (o que for menor)

Desbitolamento = Tolerância do desbitolamento mais ou menos 3mm

No caso de madeiras serradas de coníferas utilizar a tabela abaixo:

 

Defeitos Classe de Qualidade
Primeira industrial Segunda industrial Terceira industrial
Presença de nós firmes Até um nó por peça Até 6 nós por peça Até 9 nós por peça
Presença de nós soltos não são permitidos Até um nó por peça Até 2 nós por peça
Encanoamento No máximo 0,5 cm para qualquer classe
Arqueamento  ≤  2cm ≤  4cm ≤  6cm
Encurvamento ≤  1cm ≤  2cm ≤  3cm
Rachas na somados comprimentos Não são  permitidas ≤  30cm ≤  60cm
Rachas no comprimento individual Não são  permitidas ≤  15cm ≤  20cm
Presença de furos de insetos e podridão Não são permitidos em qualquer classe
Desbitolamento na espessura(de 12mm a 25mm) Tolerância de ± 3mm para qualquer classe
Desbitolamento na espessura(de 26mm a 50mm) Tolerância de ± 4mm para qualquer classe
Desbitolamento na espessura(de 51mm a 100mm) Tolerância de ± 6mm para qualquer classe
Desbitolamento na largura(de 25mm a 50mm) Tolerância de ± 6mm para qualquer classe
Desbitolamento na largura(de 51mm a 100mm) Tolerância de ± 8mm para qualquer classe
Desbitolamento na largura(de 101mm a 200mm) Tolerância de ± 10mm para qualquer classe
Desbitolamento na largura(de 201mm a 300mm) Tolerância de ± 13mm para qualquer classe

 

Quantidade: Eventuais diferenças de quantidades deverão ser informadas ao fornecedor para reposição ou desconto no pagamento. Espécie de Madeira: Havendo alteração da espécie da madeira, o lote inteiro deve ser rejeitado.Inspeção visual: As peças liberadas na inspeção visual devem ser aceitas. No entanto, as retidas para medição individual devem ser aceitas ou rejeitadas de acordo com os critérios apresentados. Todas as peças defeituosas encontradas no lote deverão ser devolvidas ao fornecedor para reposição ou desconto no pagamento. Encanoamento, encurvamento, arqueamento e desbitolamento: Rejeitar o lote (por tipo de peça) caso sejam encontrados cinco ou mais peças defeituosas entre as 13 verificadas. Aceitar o lote ( por tipo de peça) caso sejam encontradas até duas peças defeituosas na amostra. Encontrando-se três ou quatro peças com defeito, inspecionar uma segunda amostra composta por mais 13 peças. O lote será aceito se o total de peças defeituosas das duas amostras somadas resultar em número igual ou inferior a seis. Havendo rejeição, pode-se proceder a inspeção do lote inteiro, segregando as pecas defeituosas. Tal inspeção pode ser feita visualmente, dispensando a medição peça por peça. Somente as peças que gerarem dúvida deverão ser verificadas individualmente. Todas as peças defeituosas encontradas no lote deverão ser devolvidas ao fornecedor para reposição ou desconto no pagamento.

O estoque deve ser tabicado por e tipo de madeira, em geral fechado e apropriado para evitar ação da água, extravio ou roubo.chapas devem estar empilhadas na posição horizontal sobre três pontaletes de madeira, posicionados no centro da chapa e a 10cm de cada uma das bordas, evitando-se contato com o piso. Preferencialmente, deve situar-se em local próximo ao de uso ou de transporte vertical.

Também é recomendável que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com antecedência. Com isso, evita-se a pré-estocagem em locais inadequados, interferência com outros serviços da obra ou necessidade de transporte horizontal interno.

 

 

Recomenda-se a compra de um mesmo tipo de madeira para uso semelhantes como forma de evitar desperdícios, uma vez que cada espécies possui características peculiares quanto a durabilidade em cada serviço. É conveniente adotar o mesmo tipo de madeira do início ao fim da obra. No caso de pedido com sub-bitola, o fornecedor deve ser instruído quanto ao percentual máximo de peças que será aceito em cada sub-bitola.

- Espécie de madeira;

- Tipo de bitola das peças;

- comprimento mínimo ou exato de peças avulsas, quando necessário;

- aviso esclarecendo que as peças serão verificadas na obra com base nessa especificação e que as peças defeituosas serão rejeitadas e devolvidas ao fornecedor para reposição ou desconto no pagamento, conforme critério da obra;

- Outras Observações consideradas necessárias.

No caso de chapas compensadas para formas, devem constar: tipo de chapa ( resinada ou plastificada ) e dimensões desejadas pela obra; número mínimo de reaproveitamentos da fôrma garantido pelo fabricante; aviso esclarecendo que as chapas de madeira  compensada não devem apresentar defeitos sistemáticos, tais como desvios dimensionais, desvios no esquadro, número de lâminas inadequado à sua espessura, defeitos superficiais ou defeitos nas bordas; aviso esclarecendo que as chapas que não atenderem às especificações serão devolvidas; aviso esclarecendo que a partida será aceita com a observação de que na obra haverá checagem do lote quanto à resistência à água, podendo este ser rejeitado num prazo de 48 horas em caso de reprovação no teste.

 

concreto usinado

Ao ser especificado, o concreto usinado deve atender às definições de projeto relativo à resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias ou outras idades consideradas críticas; módulo de elasticidade; consistência expressa pelo abatimento do tronco de cone; dimensão máxima característica do agregado graúdo e, opcionalmente, teor de argamassa do concreto e fator e presença de aditivos. Feita a seleção do fornecedor, cabe solicitar o traço do concreto por ele sugerido, de modo que se garantam as características acima descritas.  Em seguida, é possível proceder à análise em laboratório e pactuar o traço a ser fornecido. Para efeito de contratação, pode-se exigir a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) da concreteira.

 

Verificar se as características constantes na nota fiscal estão de acordo com o prescrito na especificação. Para tanto, conferir a resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias ou outras idades consideradas críticas; módulo de elasticidade; consistência expressa pelo abatimento do tronco de cone; dimensão máxima característica do agregado graúdo e, se for o caso de uma concretagem crítica, teor de argamassa do concreto; tipo e consumo mínimo de cimento; fator água/cimento máximo; presença de aditivos e o traço.  A concretagem apenas será crítica se requisitada por contrato pelo cliente. O volume também deve ser verificado na nota fiscal ou romaneio e conferido  durante a descarga e aplicação do concreto, cubicando-se o material através das dimensões das peças preenchidas (mapeamento da aplicação do concreto). Abatimento do Tronco de Cone (Slump Test). Para cada caminhão entregue deve ser verificado o abatimento do tronco de cone, a fim de controlar a trabalhabilidade e a quantidade de água do concreto. Para efetuar esta verificação, deve-se proceder da seguinte maneira: coletar um volume de aproximadamente 30l de concreto, após descarga de cerca de 0,5m³ do material. Colocar o cone sobre a placa metálica bem nivelada e apoiar os pés sobre as abas inferiores do cone. Em seguida preencher o cone em três camadas iguais, aplicando 25 golpes uniformemente distribuídos em cada camada. Adensar a camada junto à base, fazendo com que a haste de socamento penetre em toda a sua espessura. No adensamento das camadas restantes, a haste deve penetrar até ser atingida a camada inferior adjacente. Após a compactação da última camada, retirar o excesso de concreto e alisar a superfície com uma régua metálica. Retira o cone, içando-o com cuidado na direção vertical. Na seqüência, colocar a haste sobre o cone invertido e medir a distância entre a parte inferior da haste e o ponto médio do concreto, expressando o resultado em milímetros ou centímetros. Resistência à compressão (fck): O ensaio de resistência à compressão do concreto deve ser realizado por um laboratório especializado. A moldagem dos corpos-de-prova cilíndricos constituintes dos exemplares pode ser feita pelo laboratório ou por pessoal da própria obra, conforme o planejamento da coleta de amostras estabelecido previamente. Tais amostras devem ser coletadas do terço médio do caminhão, procedendo-se à moldagem de dois corpos-de-prova para cada exemplar e para cada idade. Por exemplo, se a resistência deve ser medida aos três, sete e 28 dias, o exemplar será formado por seis corpos de prova. A moldagem deve ser feita da seguinte maneira: preencher os moldes de 15cm de diâmetro e 30cm de altura em quatro camadas iguais e sucessivas, aplicando 30 golpes em cada camada, distribuídos uniformemente. A última delas conterá um excesso de concreto que deverá ser retirado com régua metálica. Depois identificar os corpos-de-prova, deixando-os nos moldes sem sofrer perturbações e em temperatura ambiente por 24 horas. Após esse período, deve-se transferí-los para o laboratório, onde serão rompidos para verificação de sua resistência. Deve-se tomar como resistência do exemplar o maior dos dois valores obtidos em cada ensaio.

 

Condições da Nota Fiscal e/ou romaneio A aceitação do caminhão de concreto está vinculada à conformidade da nota fiscal ou romaneio em relação às especificações de projeto. Havendo qualquer diferença, o caminhão deverá ser rejeitado. É necessário atentar também para o horário de saída do caminhão da usina, que deve ter sido registrado pelo relógio de ponto da concreteira no corpo da nota fiscal. Isto porque o tempo decorrido desde o carregamento do caminhão até o lançamento e adensamento do concreto não pode ultrapassar duas horas e trinta minutos. Não sendo possível aplicar o concreto dentro desse prazo, devido a atraso na chegada do caminhão, o material deve ser rejeitado. Registrar a entrega caso o número do lacre da betoneira esteja em desacordo com o descrito na nota fiscal, bem como se não houver menção deste número na nota, ou se o caminhão não estiver lacrado. Abatimento do Tronco de Cone (Slump Test)Caso a trabalhabilidade medida pelo abatimento do tronco de cone exceda os limites prescritos no pedido de compra, o caminhão deve ser rejeitado. Ficando abaixo do limite mínimo, pode-se acrescentar água até um limite pré-estipulado em comum acordo entre a concreteira e os responsáveis pela obra. Esse novo valor acordado deve constar da nota fiscal e não pode aumentar a abatimento em mais que 25mm. Caso nesta segunda tentativa o concreto ainda não atinja a trabalhabilidade prescrita ou extrapole o limite, o caminhão deve ser rejeitado. 6.4.3. Resistência à compressão (fck). A resistência característica à compressão estimada (fckest) para cada idade em função dos resultados obtidos nos ensaios de ruptura dos corpos-de-prova deve ser comparada com a resistência característica (fck) estabelecida no projeto. O lote deve será aceito caso a fckest resulte maior ou igual à fck. Caso a resistência característica estimada resulte inferior à resistência característica do concreto, o engenheiro da obra deve consultar o projetista de estrutura e o fornecedor do concreto para providências. O cálculo da fckest para cada lote deve ser feito pelo próprio laboratório de controle tecnológico do concreto. Apenas a título de orientação, apresenta-se a seguir o roteiro de cálculo para que o engenheiro da obra possa acompanhar o processo, e eventualmente, conferir os resultados.

 

Embora não haja armazenamento de concreto na obra, recomenda-se deixar algum pano de concretagem de pouca importância estrutural por fazer, a fim de se aproveitarem eventuais sobras de material.

Do pedido de compra deve constar: resistência característica do concreto à compressão na idade estabelecida (por exemplo 28 dias), consistência expressa pelo abatimento do tronco de cone. traço acordado com a usina (se for o caso), outras características estabelecidas pelo engenheiro, aviso esclarecendo que no recebimento do concreto será exigida a nota fiscal com as informações relacionadas abaixo, aviso esclarecendo que o concreto será avaliado, testado e terá seu traço verificado na própria usina, se necessário. A nota fiscal deve descrever: a resistência do concreto à compressão aos 28 dias ou outras idades consideradas críticas; módulo de elasticidade; consistência expressa pelo abatimento do tronco de cone; dimensão máxima característica do agregado graúdo; teor de argamassa do concreto; tipo e consumo mínimo de cimento; fator água/cimento máximo; presença de aditivos e o traço fornecido, excetuando os itens considerados desnecessários pela obra, a hora da saída do caminhão  da usina, registrada pelo relógio de ponto, o número do lacre da betoneira, a quantidade máxima de água permitida a ser adicionada ao concreto, caso ele não esteja com o slump adequado.

 

argamassa

As principais propriedades exigíveis para cumprir adequadamente suas funções são as seguintes: trabalhabilidade, capacidade de absorver deformações, restrição ao aparecimento de fissuras, resistência mecânica e durabilidade.

 Verificações visuais: É preciso checar se o prazo de validade gravado na sacaria não está vencido. A verificação do estado de conservação dos sacos deve ser realizada considerando a presença de rasgos, furos, umidade, manchas de produtos estranhos e quaisquer problemas que possam prejudicar o uso e desempenho da argamassa. Após a aplicação, é possível verificar a cor e a textura do material. Peso dos sacos Pesar os sacos amostrados do lote e anotar a indicação da balança. Restrição ao aparecimento de fissuras Deve-se analisar a argamassa aplicada quatro horas depois do término da aplicação, verificando o aparecimento de rachaduras. Trabalhabilidade: deve ser verificada no momento da aplicação da argamassa.

 

 

 Massa dos sacos e verificações visuais: Com relação à massa dos sacos, não se deve aceitar diferença superior a 1% na média do lote. Portanto, se a massa esperada de 10 sacos for 200kg, deve-se aceitar o lote somente se a massa da amostra for superior a 198kg. Caso contrário, retirar mais 20 sacos do lote e reavaliar a mostra agora composta por 30 sacos. Novamente, a diFerença encontrada não deve superar 1%. Quanto às verificações visuais, os sacos considerados defeituosos deverão ser devolvidos ao fornecedor para posterior reposição. Se o prazo de validade gravado nos sacos amostrados estiver vencido, o lote inteiro deverá ser inspecionado, rejeitando-se todos os sacos nessa situação. Caracterização do lote: É importante observar que, caso sejam detectados problemas com a argamassa no estado fresco, o lote não deve ser utilizado até o problema ser sanado pelo fornecedor. Entretanto, caso a argamassa demonstre problemas no estado endurecido, a solução junto ao fornecedor deVErá abranger o lote ainda em estoque e eventuais áreas em que o material tenha sido aplicado.

 

A argamassa industrializada deve ser armazenada em pilhas de 15 sacos no almoxarifado de ensacados do canteiro. O local deve ser fechado, coberto e com piso revestido de com estrado de madeira. A estocagem deve ser feita de maneira a garantir que os sacos mais velhos sejam utilizados antes dos sacos recém entregues, atentando para que nunca se ultrapasse a data de validade do produto. Recomenda-se que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com antecedência, de forma a evitar a pré-estocagem em locais inadequados, interferência com outros serviços da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

Do pedido de compra devem constar: tipo de argamassa desejado pela obra (revestimento externo, interno, de tetos, etc...). nome do fabricante da argamassa. aviso esclarecendo que o material será ensaiado e deverá apresentar características compatíveis com a amostra que o fabricante submeteu à análise da obra quando do processo de seleção do fornecedor. outras observações consideradas necessárias.

 

portas de madeira.

As portas de madeira não devem apresentar defeitos sistemáticos relativos a dimensões, formato das folhas (esquadro e planeza) e aspecto superficial (presença de nós, bolsas de resina, manchas, irregularidades de superfície, etc.). Elas atender às exigências de impacto de corpo mole e fechamento brusco caso seja acordado com  o cliente através de contrato. 

Dimensões: A espessura, a largura e a altura das portas devem ser conferidas com uma trena metálica com precisão de 1mm, tomando-se as medidas no meio dos vãos e aceitando os limites de tolerância descritos na Tabela  abaixo:

Dimensão Nominal

Tolerância

Espessura = 3,5 ou 4,5cm

1mm

Largura = vão de luz + 2cm

3mm

Altura = 211cm

5mm

Aspecto Superficial das Folhas de Porta: Esta verificação deve ser feita durante o armazenamento das portas no almoxarifado. Ao montar-se as pilhas com as folhas de porta, deve-se verificar visualmente a presença de defeitos de esquadro, planeza e aspecto superficial das folhas de porta, dispensando especial atenção para a presença de nós em excesso, bolsas de resina, manchas, irregularidades da superfície, furos ou ardiduras, principalmente no caso de portas a serem enceradas ou envernizadas. Para portas que terão acabamento encerado, observar o número máximo de duas emendas por peça. Impacto de Corpo Mole: Este ensaio deve ser feito antes da compra, seguindo o seguinte roteiro: pendurar a porta no batente, fixando a fechadura. Submeter a porta em sua face interna, no centro geométrico, a quatro impactos de corpo mole produzidos por um saco cilíndrico de couro ou plástico, cheio de areia e pó de serragem, com diâmetro e altura de cerca de 35cm e 70cm respectivamente, e massa de 40kg. Realizados os impactos na face interna, submeter a porta a impactos de mesma intensidade, porém em sua face externa. A intensidade dos impactos se dá em função da altura de queda do saco em movimento pendular. Em cada face da porta devem ser aplicados três golpes com altura de queda de 30cm e um golpe com altura de queda de 60cm. Terminado o ensaio, verificar as duas faces da porta, o batente e as manobras usuais de fechamento. Fechamento Brusco: Também realizado antes da compra, este ensaio deve ocorrer da seguinte forma: pendurar a porta no batente, fixando a fechadura. Abrir a porta até um ângulo de abertura de 60°, utilizando um gabarito de madeira ou metálico. Em seguida, fechar a porta bruscamente com uma força padronizada de 150N, proveniente da queda livre de uma massa de 15kg fixada na fechadura. Repetir a operação dez vezes e verificar os danos causados à porta e ao batente após cada impact.  Estruturação, encabeçamento e reforço para fixação da fechadura: Após a realização dos ensaios de corpo mole e fechamento brusco, escolher uma das portas ensaiadas e desmontá-la. Verificar sua estruturação interna, o encabeçamento e o reforço para fixação tanto da fechadura como das dobradiças, dando especial atenção à qualidade dos sarrafos e de outros materiais utilizados em seu interior. Deve-se também medir a umidade dos sarrafos internos da porta com um medidor eletrônico de umidade.

Dimensões: Verificar as 20 portas que compõem a amostra. Aceitar o lote inteiro caso sejam encontradas até cinco portas defeituosas. Encontrando-se mais do que cinco portas com problemas, proceder à inspeção do lote inteiro, separando as portas com defeito para que sejam devolvidas ao fornecedor para reposição. Aspecto superficial das Folhas de Porta: Separar as portas que apresentarem defeitos na inspeção a fim de devolvê-las ao fornecedor para reposição. Impacto de corpo mole, fechamento brusco, estruturação A resistência:  característica à compressão estimada (fckest) para As portas submetidas a impactos de corpo mole e fechamento brusco não devem apresentar danos estruturais ou que prejudiquem as manobras normais de abertura e fechamento. Caso a porta submetida a ensaio apresente defeito em algum desses itens, a compra não deve ser efetuada.

 

O estoque das portas deve ser feito na posição horizontal em pilhas de até 1,5m de altura, sobre piso nivelado, deitando-se a primeira folha sobre uma chapa de compensado de 12mm também nivelada, que deve estar apoiada sobre quatro caibros dispostos lado a lado ao longo da porta. Deve-se tomar cuidado especial com portas que receberão acabamento encerado para que não sofram qualquer arranhadura, machucadura ou lascamento de cantos durante o empilhamento.. Em regiões de atmosferas mais agressivas, as portas devem ser armazenadas seladas. O local deve ser ventilado e apropriado para evitar ação da água, extravio ou roubo.. Recomenda-se que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com antecedência, de forma a evitar a pré-estocagem em locais inadequados, interferências com outros serviços da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

Do pedido de compra deve constar: espécie da madeira; tipo da madeira; aviso esclarecendo que as portas deverão atender às disposições da IM vigente; aviso esclarecendo que as portas defeituosas serão devolvidas ao fornecedor para reposição.

 

vidros

Esta especificação aplica-se a vidros recozidos, temperados e laminados, que podem ser lisos ou float, incolores ou coloridos. Tais vidros não devem apresentar defeitos como ondulações, manchas, bolhas, riscos, lascas, incrustrações, irização (defeito que provoca decomposição da luz nas cores fundamentais), superfícies irregulares, não-uniformidade da cor, deformações ou dimensões incompatíveis. Para um melhor entendimento desta especificação desta especificação, apresenta-se uma breve descrição dos tipos de vidro mencionados: Vidro recozido: vidro comum, tratado de forma a liberar sus tensões internas após a saída do forno. Vidro temperado: vidro com maior resistência mecânica ao choque térmico que o vidro recozido, tratado de forma a, quando fraturado, fragmentar-se totalmente em pequenos pedaços menos cortantes. Este tipo de vidro não deve ser cortado ou laborado após receber tratamento. Vidro laminado: composto por duas ou mais chapas de vidro firmemente unidas por películas de material plástico, de forma que, quando quebrado, mantém os estilhaços aderidos à película. Vidro liso ou estirado: vidro transparente que apresenta leve distorção de imagens, ocasionada por características do processo de fabricação. Vidro float: vidro transparente fabricado por processo de flutuação, permitindo visão sem distorção de imagens.

 

Aceita-se o lote na primeira amostragem se o número de chapas defeituosas for menor ou igual a uma unidade. Em caso de rejeição, coletar mais 13 chapas para análise e aceitar o lote somente se o número total de chapas defeituosas nas duas amostras for menor ou igual a quatro unidades.

As chapas, quando transportadas ou armazenadas em cavaletes, devem formar pilhas de no máximo 20cm de altura e ser apoiadas com inclinação de 6% a 8% em relação à vertical. Para pilhas de vidros laminados, o número máximo de chapas não deve ultrapassar 20 unidades. Deve-se cuidar também para que elas sejam sempre manipuladas e estocadas de maneira a não entrar em contato com materiais que venham a produzir defeitos em suas superfícies e/ou bordas. O armazenamento de vidros deve ser feito em local adequado, ao abrigo da poeira, de umidade que possa provocar condensações e de contatos que possam deteriorar as superfícies das chapas. As caixas fechadas, usadas para acondicionar chapas de vidro em condições de transporte mais severas, não devem ser destinadas ao armazenamento prolongado, mesmo em locais secos. Cada unidade de acondicionamento deve ser acompanhada dos dados necessários para a perfeita identificação das chapas de vidro, bem como conter, quando necessários, os símbolos convencionais de manuseio, proteção contra umidade e choques mecânicos. Não é indicada a marcação dos vidros com tinta à base de cal, que se constitui um elemento agressivo, produzindo marcas permanentes no vidro. Recomenda-se a utilização de tinta látex PVA, de fácil limpeza e não agressiva.

Na realização da compra, deve-se exigir do fabricante um certificado de ensaio comprovando a conformidade do produto. Do pedido de compra deve constar: tipo de vidro, acabamento das bordas, medidas (largura, comprimento, espessura), as quais devem ser confirmadas na obra pelo fornecedor, cor desejada, local da entrega, aviso esclarecendo que o material será conferido em obra conforme esta especificação, aviso esclarecendo que o material somente será aceito depois de uma inspeção final, após sua instalação final.   

 

telhas de fibrocimento.

As telhas onduladas de fibrocimento devem apresentar as superfícies das faces regulares e uniformes, obedecendo às especificações de dimensões, resistência à flexão, impermeabilidade e absorção de água.

A observação de trincas, quebras, superfícies de faces irregulares, arestas interrompidas por quebras, caroços, remendos e deformações deverá ser realizada visualmente, inspecionando-se todo o material entregue por caminhão. Dimensões: Para verificação da largura e do comprimento da telha, tomar uma medida no centro da peça com trena metálica com precisão de 1mm, considerando uma tolerância de ± 10mm. A conferência da espessura exige medições em seis pontos, com o auxílio de um paquímetro com precisão de 0,05mm, sendo três pontos em cada borda ondulada. A espessura será dada pela média aritmética dos seis valores encontrados. A Tabela 1 apresenta as tolerâncias aceitas para as diferentes espessuras.

 Tabela 1: Tolerância de espessura das telhas.

ESPESSURA

TOLERÂNCIA

5mm

+0,4; -0,4mm

6mm

+0,5; -0,4mm

8mm

+0,7; -0,4mm

Para a verificação do esquadro, utilizar o gabarito. Enquadrar a telha com o gabarito de modo que a face de 2m do gabarito fique em contato com o comprimento da telha. Medir a distância entre o extremo da outra face do esquadro até a telha, admitindo uma tolerância de ± 10mm nessa  medição. Impermeabilidade: Colocar a telha na posição horizontal e apoiar um dos extremos de um tubo de cerca de 3,5cm de diâmetro sobre sua superfície, de modo que o tubo resulte vertical. Em seguida, vedar com selante adequado (massa plástica, por exemplo) os pontos de união entre o tubo e o corpo-de-prova. Posteriormente, realizar o enchimento com água até formar uma coluna de 250mm, deixando o sistema em repouso por 24 horas em ambiente coberto e ventilado. Após 24 horas, o corpo-de-prova não deve apresentar vazamentos ou formação de gotas na face inferior.

 

 Dimensões e esquadro: O lote será aceito se a inspeção na amostra de 13 unidades resultar em, no máximo, três peças defeituosas. Havendo oito ou mais telhas defeituosas, deve-se rejeitar o lote. Caso sejam encontradas de quatro a sete peças defeituosas, o ensaio deve ser repetido em uma segunda amostra composta por mais de 13 telhas. O lote será aceito se o número de telhas defeituosas das duas amostras somadas resultar menor ou igual a oito.  Impermeabilidade: O lote será aceito se a inspeção na amostra de oito unidades resultar em nenhuma peça defeituosa. Se houver três ou mais peças defeituosas, deve-se rejeitar o lote. Caso sejam encontradas até duas telhas com problemas, o ensaio deve ser repetido em uma segunda amostra composta por mais oito telhas. O lote será aceito se o número de peças defeituosas das duas amostras somadas resultar menor ou igual a três.

 

As telhas devem ser armazenadas em local seguro, em pilhas de até 35 peças, apoiadas em três pontaletes de madeira – um deles a 10cm de uma das bordas, outro no centro e um terceiro a 10cm da outra borda. No caso de armazenamento em lajes, verificar sua capacidade de resistência de modo a descartar qualquer risco de sobrecarga. É desejável que a data de entrega e o local de estocagem sejam definidos com antecedência para evitar a interferência com outros serviços da obra ou a necessidade de transporte horizontal interno.

 

 

Do pedido de compra deve constar: tipo de telha desejado na obra, dimensões e espessura, número da norma brasileira pertinente (NBR 7581), aviso esclarecendo que o lote será conferido em obra conforma esta especificação.

 

Blocos de de concreto para vedação ou estrutural

Os blocos de concreto simples para alvenaria de vedação não devem apresentar defeitos sistemáticos tais como trincas, fraturas, superfícies e arestas desregulares, deformações, falta de homogeneidade e desvios dimensionais além dos limites tolerados. Por não receberem revestimento, os blocos de concreto para alvenaria aparente não podem ter lascas ou pequenas imperfeições na face q ficará exposta.

iNSPEÇÃO VISUAL:  A verificação de trincas, quebras e arestas irregulares, deformações e falta de homogeneidade deverá ser realizada visualmente, inspecionando-se a amostra de 20 unidades recolhida das peças já descarregadas do caminhão. nO CASO DE BLOCOS QUE NÃO RECEBERÃO REVESTIMENTO, A INSPEÇÃO TAMBÉM DEVERÁ contemplar a presença de pequenas lascas ou imperfeições  na face que ficará exposta. vale ressaltar que a quebra de muitas peças no ato da descarga pode denotar blocos com cura deficiente ou resistência mecânica insuficiente.  DIMENSÕES: A DETERMINAÇÃO DAS DIMENSÕES ( COMPRIMENTO, LARGURA E ALTURA) DEVE SER REALIZADA DISPONDO OS 10 BLOCOS EM FILA E MEDINDO A DIMENSÃO EM QUESTÃO COM UMA TRENA METÁLICA, COM PRECISÃO DE 1 MM. A DIMENSÃO MÉDIA SERÁ A LEITURA DA TRENA DIVIDIDA POR DEZ. NO CASO DE BLOCOS QUE SERÃO REVESTIDOS COM GESSO, A CADA UMA DAS MEDIÇÕES DEVE-SE SOBREPOR A FILA DE BLOCOS COM UMA RÉGUA DE ALUMÍNIO A FIM DE DETERMINAR A UNIFORMIDADE DAS PEÇAS SEGUNDO AQUELA DIMENSÃO. A MEDIDA DE DESVIO A SER TOMADA É A MAIOR DISTÂNCIA ENCONTRADA ENTRE A RÉGUA E CADA BLOCO. a espessura da parede do bloco deve ser determinada em cada unidade, medindo-se um ponto com a régua metálica. o ponto no qual se realizará a medição deve ser escolhido visualmente na região em que a parede se apresentar mais estreita.

 

Inspeção visual: o lote será aceito se a inspeção visual na amostra de 20 unidades resultar em, no máximo, duas peças defeituosas. Se a primeira amostra for rejeitada, coletam-se mais 20 peças para análise,aceitando-se o lote se o numero total de blocos defeituosos  nas duas amostras somadas for menor ou igual a seis unidades. cASO A SEGUNDA AMOSTRA TAMBÉM SE APRESENTE  IMPRÓPRIA, REJEITAR O FORNECIMENTO EM SUA TOTALIDADE OU REALIZAR A INSPEÇÃO EM 100% DO LOTE, SEPARANDO OS BLOCOS CONSIDERADOS DEFEITUOSOS, QUE DEVERÃO SER DEVOLVIDOS AO FORNECEDOR PARA REPOSIÇÃO OU DESCONTO NO PAGAMENTO. DIMENSÕES: O LOTE SERÁ ACEITO SOMENTE SE O COMPRIMENTO, A LARGURA E A ALTURA DOS DEZ BLOCOS INSPECIONADOS ESTIVEREM DE ACORDO COM SUAS DIMENSÕES NORMAIS, ADMITINDO-SE UMA TOLERÂNCIA DE 3MM PARA MAIS E 2MM PARA MENOS.  a quatro.

 

Os blocos deverão ser armazenados COBERTOS, PROTEGIDOS DA CHUVA, em pilhas não superiores a 1,5m de altura e, de preferência, próximas ao local de transporte vertical ou uso. NO CASO DE ARMAZENAMENTO EM LAJES, VERIFICAR SUA CAPACIDADE  DE RESISTÊNCIA PARA EVITAR A CONCENTRAÇÃO DAS CARGAS EM PONTOS LOCALIZADOS. RECOMENDA-SE QUE A DATA DE ENTREGA E O LOCAL DE ESTOCAGEM SEJAM PLANEJADOS COM ANTECEDÊNCIA, DE FORMA A EVITAR A PRÉ~ESTOCAGEM EM CALÇADAS PÚBLICAS, INTERFERÊNCIA COM OUTROS SERVIÇOS DE OBRA OU A NECESSIDADE DE TRANSPORTE HORIZONTAL INTERNO

 

para proceder-se a qualificação de fornecedores, antes da primeira compra deve-se exigir do fabricante um certificado de ensaio comprovando a conformidade do produto quanto a resistência a compressão, umidade, absorção de água e dimensões. tal certificado deve ser renovado a cada quatro meses, a fim de manter o fornecedor no cadastro da empresa. dimensões nominais do bloco tipo de bloco (modelo e especificidade, conforme projeto de alvenaria) SE A DESCARGA ESTA OU NÃO INCLUÍDA NO FORNECIMENTO. EM CASO DE AFIRMATIVO, O PEDIDO DEVE TER UM AVISO ESCLARECENDO QUE OS BLOCOS QUEBRADOS NO ATO DA DESCARGA DEVERÃO SER REPOSTOS PELO FORNECEDOR.  AVISO ESCLARECENDO QUE OS BLOCOS SERÃO ENSAIADOS EM OBRA QUANTO A SUAS CONDIÇÕES VISUAIS E DIMENSIONAIS, DESTACANDO QUE AS UNIDADES DEFEITUOSAS SERÃO DEVOLVIDAS AO FORNECEDOR PARA REPOSIÇÃO OU DESCONTO NO PAGAMENTO.

 

Brita

Indicar o nome do fornecedor (picheira "x", material de construção "y"), procedência do material (jazida "y"), classificação granulométrica (brita 0, 1 ou 2), massa ou volume aparente do material ("x" m3).

 

Verificação visual:

Verificar granulometria, existência de impurezas ou outros materiais estranhos ao produto; comparar com amostra-padrão. Quantidade: Cubagem do material através de trena metálica, medindo- se largura, comprimento e altura média da carga. A altura média é obtida com a colocação de uma barra de aço nos quatro cantos e no centro da carroceria do caminhão, obtendo-se a média aritmética A aferição do volume entregue será feita pela cubagem de acordo com a equação C x L x H: Onde: C = comprimento interno da carroceria em metros; L = largura interna da carroceria em metros; H = média das alturas da carga em metros, conforme indicado.

Inspeção visual: Rejeitar a brita que apresentar defeitos no ato da descarga, quanto à granulometria ou outros materiais estranho ao produto. A brita rejeitada deve ser devolvida ao fornecedor para reposição ou desconto no pagamento. Cubagem do material: O volume real apurado na verificação deverá ser anotado no verso da nota fiscal, bem como a discriminação do seu cálculo, descontando-se do pagamento as eventuais diferenças encontradas.

A brita deve ser depositada em local limpo e o mais próximo da central de produção do concreto. Recomenda-se estocar em baias separadas de outros agregados evitando-se assim, espalhamento, desperdício e trabalho desnecessário quando de seu uso.

No almoxarifado da obra deverá haver um vidro lacrado com a amostra padrão coletada a partir da amostra de brita utilizada para a qualificação em laboratório. A qualificação deve compreender os requisitos da NBR 7211, caso a brita venha a ser utilizada no preparo do concreto.

 

Portas e janelas

Indicar material, tipo e dimensões.

 

 

Verificação visual: Observar o aspecto geral das peças, verificando a presença de partes amassadas, com riscos, manchas e outros. Quantidade:  Todo o lote deverá ser contado. Dimensões e esquadro:\ Verificar as dimensões e o esquadro de todas as peças conforme ordem de compra específica.

 

Inspeção visual: Caso seja verificada existência de peças empenadas, amassadas, com riscos e manchas, rejeitar o lote. Quantidade: A diferença entre o número de esquadrias compradas e o das efetivamente adquiridas será negociada no pagamento. Dimensões e esquadro: Rejeitar as peças que não apresentarem as dimensões e o esquadro conforme ordem de compra específica.

As peças devem ser armazenadas em local fechado, justapostas, na posição vertical, apoiadas sobre dois pontaletes, evitando o contato com o solo.

Deve-se, após a colocação, fazer teste de estanqueidade com água.

TUBOS E CONEXÕES HIDRÁULICOS

Indicar diâmetro, classe, tipo, cor e finalidade.

Verificação visual: Observar se os tubos apresentam cor uniforme e seção regular sem achatamentos ou deformações. Verificar se todos os tubos apresentam inscrições impressas como diâmetro, classe, tipo e marca do fabricante. Quantidade:  Todo o lote deverá ser contado.

Inspeção visual: Rejeitar as peças que apresentarem falta de inscrições que indiquem diâmetro e classe nos tubos e conexões, coloração não uniforme, seção irregular e com empenamento, trincas ou partes quebradas. Quantidade: A diferença entre o número de tubos comprados e o dos efetivamente adquiridos será negociada no pagamento.

Armazenar os tubos por tipo de material, que devem ser condicionados em pilhas que não ultrapassem 1,0m de altura, sendo necessário intercalar ripas com apoio externo para dividi-los (“gavetas”) e preferencialmente protegê-los de intempéries. O estoque deve ser feito em local apropriado para evitar o contato com água. Preferencialmente deve estar próximo ao transporte vertical ou uso.

Pré -Moldados

As dimensões devem ser verificadas com uma trena metálica, aceitando-se uma tolerância de : Altura, largura e comprimento de lajotas: ±5 mm, abas de encaixe das lajotas: ±3 mm, largura e altura da viga: ±5 cm. Os lotes devem ser  formados por 1250 lajotas e 250 vigas. Para testes de qualidade devem ser feitos lotes de 5 vigas e 20 lajotas.

As dimensões devem ser verificadas com uma trena metálica, aceitando-se uma tolerância de : Altura, largura e comprimento de lajotas: ±5 mm, abas de encaixe das lajotas: ±3 mm, largura e altura da viga: ±5 cm. Os lotes devem ser  formados por 1250 lajotas e 250 vigas. Para testes de qualidade devem ser feitos lotes de 5 vigas e 20 lajotas. Teste de vigas: Se nenhuma peça apresentar defeito, aceitar o lote. Se uma peça apresentar defeito, somar mais 5 peças a amostra e repetir ensaio. Se apresentar mais de 1 peça defeituosa, na primeira amostragem, rejeitar o lote. Se apresentar 1 peça defeituosa, na segunda amostragem, aceitar o lote. Se apresentar mais de 1 peça defeituosa, na segunda amostragem, rejeitar o lote.

Teste de lajotas: Se forem encontradas ate  2 peças defeituosas aceitar o lote. se houver 3 ou 4 defeituosas, somar mais 20 peças e repetir o ensaio. Mais de 4 peças defeituosas na primeira amostragem rejeitar o lote. Até 6 peças defeituosas na segunda amostragem , aceitar o lote.

Gesso

 

Data de atualização da pagina: 30-August-2005