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Fórum da Qualidade

Arquivos Digitais

data de aprovação e publicação da atual versão:

20/12/2008

 

Folha de Rosto

 

Controle de Alterações

 

Versão

 

Data de Aprovação

 

 

Alterações

1

17/08/2004

Primeira versão

 

 

 

 

 

 

 

Elaborado por

 

_______________

fabricio aroeira

 

Analisado por

 

__________________

Eduardo Almeida

 

Aprovado por

 

___________________

Eduardo Almeida

 

 

 


 

1. OBJETIVO

 

Padronizar os procedimentos de alvenaria estrutural em blocos de concreto, de forma a racionalizar o serviço e obter maior produtividade sem a ocorrência de desperdício ou retrabalho.

 

2. APLICAçãO

 

É aplicável à equipe de profissionais composta por pedreiros, ajudantes, mestre de obra e engenheiro.

 

3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

 

Projeto de Arquitetura

Projeto de Estrutura

Projeto de Instalações hidráulicas

Projeto de instalações elétricas

Projeto de impermeabilização

 

4. DEFINIções

 

Não aplicável.

 

5. responsabilidade E autoridade

 

Vide íntegra do procedimento.

 

6. Procedimento

6.1.Materiais e equipamentos

 

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Blocos de concreto

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Argamassa e assentamento, industrializada ou não

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Concreto para fabricação de vergas e contravergas

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pontas de aço CA 50, para ferros-cabelo e grampos (reforços metálicos) ou telas galvanizadas de malha quadrada (15 x 15mm²)

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Furadeira elétrica com broca de vídea e adesivo à base de resina epóxi ou sistema de fixação à pólvora (tiro de pinos)

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Escova de aço

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Vassoura

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Prumo de face

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Nível de bolha

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Trena metálica

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Metro articulado

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Colher de pedreiro

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Régua de alumínio

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Esquadro

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Régua de alumínio com nível de bolha acoplado

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Cimento

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Areia média peneirada

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Água

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Resina PVA

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Desempenadeira dentada

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Serra elétrica anual ou serra de bancada com disco refratário para corte de blocos

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Caixote plástico ou metálico para acondicionamento da argamassa

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Broxa

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Linha de náilon

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Carrinhos para transporte de blocos

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Eletroduto de PVC

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Caixinha de luz 4” x 4”  ou 4” x 2”

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Tela de aço galvanizado do tipo viveiro

 

 


 

6.2. Método executivo

6.2.1. Condições para o início da execução do serviço

 

Os eixos principais do edifício devem ter sido transferidos para o pavimento de trabalho, assim como precisam estar definidos os elementos estruturais de referência (pilares).

É necessário prever as ligações alvenaria-pilar em que deverão ser colocados ferros-cabelo (leia as orientações sobre a colocação de ferros-cabelo no quadro abaixo).

O traço adequado para a argamassa de assentamento dos blocos deve ser definido de acordo com as orientações do fabricante, em caso de argamassa industrializada. Usando-se argamassa de cimento, saibro e areia, o traço deve ser definido a partir de testes práticos em obra (avaliação da trabalhabilidade) e das caracteríticas técnicas desejáveis (aderência, capacidade de deformação e retenção de água). Considerar, para início dos testes, traço básico : cimento, 4,04 kg; areia, 0,0084 m³; saibro, 0,0017 m³.

6.2.2. Execução da marcação da alvenaria

 

Limpar todo o andar, removendo a poeira , materiais soltos, pregos, pontas de aço sobressalentes e materiais estranhos depositados sobre a laje. Limpar as superfícies de concreto a serem chapiscadas. Executar o chapisco sobre a estrutura de concreto que ficará em contato com a alvenaria com antecedência de 2 horas.

Eventuais defeitos na estrutura de concreto, como estufamento, desaprumo ou desalinhamento de peças, devem ser corrigidos quando da definição do posicionamento da fiada de marcação, procurando sempre o menor enchimento possível na camada de revestimento. Em se tratando de paredes de fachada, é desejável um maior enchimento no lado interno e menor, no externo.

Definir a posição das paredes a partir dos eixos de referência, garantindo o nivelamento da primeira fiada e o esquadro entre as paredes. No caso de alvenaria sob vigas, a posição das paredes deve ser conferida também em relação às faces das vigas por intermédio de um prumo de face aplicado em pelo menos três pontos – um ponto em cada cabeceira da viga e um terceiro no centro do vão.

Distribuir os blocos da fiada de marcação, sem argamassa de assentamento, de maneira a verificar e corrigir eventuais falhas de posicionamento de instalações embutidas. Esticar uma linha de náilon na posição definida para a parede, servindo de referência para o alinhamento e o nível da fiada de marcação.

Assentar os blocos de extremidade aplicando argamassa inclusive na interface bloco-pilar e pressionando firmemente o bloco contra a superfície de concreto. Em seguida, assentar os blocos intermediários entre os de extremidade, preenchendo todas as juntas verticais entre eles.

Os vãos para a colocação de portas deverão possuir folga compatível com o processo de colocação de batentes. Galgar as fiadas de elevação na face dos pilares e marcar as posições indicadas no projeto para fixação dos ferros-cabelo que, em geral, são posicionados de duas em duas fiadas, a partir da segunda fiada. Os ferros-cabelo podem ser montados com barras de aço CA-50, com  cortada em forma de “I”.

Chumbar os ferros-cabelo nas posições marcadas. Deve-se furar previamente o pilar com furadeira elétrica e broca, e executar o chumbamento com adesivo a base de resina epóxi.

 

6.2.3 Execução da elevação da alvenaria

 

Abastecer o pavimento e os locais do andar onde serão executadas as alvenarias com a quantidade e os tipos de blocos necessários à execução do serviço.

A argamassa de assentamento usada para a elevação da alvenaria pode ser industrializada ou convencional.

Durante a elevação, deve-se atentar para a correta espessura das juntas horizontais, que deve ser de 10 a 30mm. A amarração entre paredes deve ser feita preferencialmente por meio de intertravamento, com comprimento mínimo equivalente a um terço da altura do bloco.

Nas aberturas das janelas, garantir o alinhamento dos vãos observando a modulação da alvenaria. Utilizar o fio de prumo da fachada quando este já estiver instalado.

 

6.2.4 Execução da fixação (aperto) da alvenaria

 

A espessura do vão para fixação deve ser de 1,5 a 3,5cm. A execução da fixação deve ser retardada ao máximo, iniciando-se o serviço pela alvenaria dos pavimentos superiores em direção aos inferiores. A condição ideal é que a estrutura e a fase de elevação estejam completamente concluídas. Não sendo possível atingir tal condição, é recomendável que se tenha dois a três pavimentos superiores com a estrutura já executada e o maior número possível de pavimentos com a alvenaria concluída, porém não fixada.

Em paredes internas, deve-se garantir o total preenchimento da largura do bloco. Em paredes externas, preencher dois terços da largura do bloco pelo lado interno da parede e o espaço restante pelo lado externo, durante o chapiscamento da fachada.

 

6.2.5 Execução de concretagem de pilaretes e cintas

 

As formas devem estar executadas e limpas, com desmoldante  aplicado e eixos verificados. As armaduras precisam estar posicionadas e conferidas, com espaçadores instalados.

Todos os equipamentos e a equipe de trabalho devem estar dimensionados. Eventuais níveis de parada  do concreto e a possibilidade de criação de juntas frias precisam estar definidos.

As áreas de acesso devem estar delimitadas, desobstruídas e regularizadas, bem como os caminhos de acesso sobre as peças a serem concretadas, com posicionamento e remanejamento definidos conforme a sequência de lançamento do concreto.

As instalações elétricas e os equipamentos (vibradores, guincho, grua, etc...), inclusive os de reserva, devem ser testados. O acesso do vibrador deve ser simulado, de forma a ter-se dimensionado o tamanho da agulha e do mangote.

O abastecimento de água e energia no local deve ser verificado e garantido.

Os eletrodutos devem estar posicionados, e conferidos. Os gabaritos para locação das instalações elétricas e prumadas de hidráulica precisam estar posicionadas.

As áreas a serem concretadas devem estar protegidas, a fim de impedir qualquer contaminação com barro ou outros detritos durante a concretagem.

Em caso de chuva intensa, interromper criteriosamente a concretagem e proteger o trecho já concretado com lona plástica.

Acompanhar, no lançamento, se não ocorrem deslocamentos da ferragem e de outros elementos metálicos, assim como o nível de parada do concreto, a integridade das formas e a vibração.

No caso de junta fria de concreto fresco (concreto fresco x concreto endurecido), alertar o engenheiro residente. Evitar juntas em áreas molhadas que não receberão impermeabilização.

Quanto ao adensamento, introduzir e retirar lentamente (o vibrador deve penetrar no concreto por si só), de modo que a cavidade formada se feche naturalmente. Em geral, 15 segundos são suficientes para adensar a área em que a agulha está imersa. Não é aconselhável produzir ma vibração além da necessária, pois a permanência excessiva do vibrador imerso poderá causar segregação do concreto. Várias incisões, próximas e por menos tempo, produzem melhores resultados.

Para o correto adensamento dos pilares, ou de outras peças de grande altura, a espessura da camada de vibração deverá ser aproximadamente igual a três quartos do comprimento da agulha, de modo que ela penetre na camada imediatamente inferior, homogeneizando a peça.

Evitar o contato da agulha do vibrador com as formas, não vibrar o concreto pela armadura, bem como não desligar o vibrador enquanto ele ainda estiver imerso no concreto são mediadas importantes.

Terminado o trabalho, limpar os materiais e equipamentos em local que não interfira na qualidade das peças concretadas.

Iniciar a cura úmida tão logo a superfície permita (secagem ao tato) ou utilizar retentores de água como sacos de estopa ou algodão, areia ou serragem saturados.

 

7. Registros

 

Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Marcação

Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Elevação

Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Fixação

Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Concretagem

 

8. Anexos

8.1.  Ficha de orientação de Serviços – Fase de Marcação

 

8.2. Ficha de orientação de Serviços – Fase de Elevação

 

8.3. Ficha de orientação de Serviços – Fase de Fixação

 

8.4. Ficha de orientação de Serviços – Fase de concretagem

 

8.5.  Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Marcação

 

8.6. Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Elevação

 

8.7. Ficha de Verificação de Serviços – Fase de Fixação

 

8.8. Ficha de orientação de Serviços – Fase de concretagem

 

Data de atualização da pagina: 30-August-2005